Escrever, escrever, escrever (...)
Eu prefiro a ausência das palavras a estagnação destas.
Não me apresente palavras, as faça valer.
Não me apresente teorias nem qualquer poesia em vão.
Seja melhor, vá além.
Desista de conhecer a minha verdade, mas se preocupe em me mostrar a sua.
Por fim, fora dito:
"Minha defesa está desafinada;
Meu sonho não é ele; e se mudasse
Assim de rosto, eu nem o conhecia.
Que as almas do céu todas me ajudem;
Falando em seu favor, fiz o que pude,
E virei alvo do seu desprazer
Por ter falado: tem que ter paciência;
O que eu possa, eu farei, que será mais
Do que por mim eu ouso. Que isso baste."
postado [originalmente] em: 16 de Dezembro de 2005 ás 05:51