terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Rio de Janeiro

Buscando o anonimato. Privando-me de emoções. Sem querer ser importante o suficiente pra quem é motivo de importância absoluta. Muito pra mim, ainda é tão pouco. Tuas mudanças me alegram, mas não o bastante. Queria tanto você por perto, bem perto:

– Quem te disse?

O som da tua voz entorpece e refugia precipícios invisíveis. Cabe como rima em decassílabos poéticos ou em alguma melodia pra qualquer música que remeta os meus sentidos.

O texto decorado é esquecido, pois não me cobraras atuações teatrais – embora estivesse presente na cena, como eu desejava. Meus desejos, aliás, serão divididos á partir de amanhã, e depois de amanhã e depois e depois e depois de amanhã. E o fim será repetitivo.

postado [originalmente] em: 24 de Julho de 2006 ás 23:19